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" NÃO SOMOS O FIM, E SIM OS MEIOS!"

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bullying

Aula 19 - Saúde na Escola
Professora Paula Fernandes

   Um trecho do livro Bullying o que fazer? do autor Ricardo Brown aborda esse fator que incomoda e amedronta professores e alunos.
    " A professora entrou na sala, cumprimentou os alunos e começou a fazer a chamada. Quando chegou a vez de Igor responder a presença, ele respondeu tão baixinho que a professora quase não escutou e, erguendo a cabeça para localizá-lo, perguntou:
- Igor, você está aí? - antes que ele respondesse, outro aluno disse, insultando-o:
- Fala alto "quatro olhos", além de não enxergar direito é mudo? - e todos caem na gargalhada!
   A professora interveio chamando a atenção de Mário para que respeitasse Igor e não falasse mais com ele daquela maneira.
   Infelizmente não adiantou muito. Logo na saída para o recreio, um grupo de alunos liderados por Mário, já provocou Igor novamente.
- Lá vai o "ceguinho" mudo! Cuidado para não cair, hein? - disse Mário, esticando sua perna propositalmente  para derrubar Igor.
- Aí! - gritou Igor, caindo não chão, deixando escapar seus óculos no rosto, que acabaram caindo muito próximo dos pés de Mário, por sua vez, se preparou para pisar nos óculos de Igor, mas repentinamente levou um empurrão.
- Deixe-o em paz! Ele não te fez nada! - disse Alfredo, impedindo que Mário praticasse a maldade de destruir os óculos de Igor!
- Ah! Agora o "gordinho-baleia" resolveu ajudar o "quatro olhos", que dupla dinâmica. - e mais um vez Mário e sua turma riram debochadamente, enquanto Igor e Alfredo se afastava do grupo".
   Situações como essa é comum vemos e vivenciarmos no cotidiano escolar, quando parece que a forma de tratamento só acontece através de palavras pejorativas sobre aparência física dos colegas. Torna-se cansativo e estressante as chamadas de atenção e o "sermão" utilizado para despertar a consciência que não é agradável tratar os colegas daquela forma. Vejam uma maneira que a professora do livro encontrou para trabalhar essa situação com seus alunos: Foi uma caixa mágica. Dentro dela estava cheio de objetos engraçados, como nariz de bruxa, orelhas compridas, roupas largas e coloridas, óculos enormes, entre outros. A professora solicitou que eles pegassem aquilo que mais achassem divertido e experimentassem. Ao sentirem a vontades e desinibidos, começou a falar dos "defeitos" apontando suas qualidades, depois sugeriu um desafio, a proposta era uma representação encenando uma situação da classe.  O resultado foi positivo, pois o aluno que estava com os óculos enormes, na verdade não fazia uso, e sentiu constrangido quando os outros alunos começaram a usar palavras ofensivas sobre sua aparência, e resolveram apresentar para toda a escola com objetivo de conscientizar que todos são iguais mesmo com suas diferenças.
   Segundo a declaração dos direitos das crianças - 10º princípio: A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e fraternidade universal, em em plena consciência de que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.

Reflexão: "Educar é semear com sabedoria e colher com paciência". (Augusto Cury).
 


Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

Aula 11 - Saúde na Escola
Professora Paula Fernandes.

   A professora coloca como definição para o TDAH, como um transtorno comportamental e neurobiológico, de causas genéticas e ambientais, que aparece na infância e pode acompanhar a pessoa por toda a vida de sofrimento. Sendo suas principais características:
  1. desatenção: aos detalhes, facilmente distraídos, e cometem erros por descuido.
  2. hiperatividade: está sempre a "mil por hora", correm exageradamente, tem dificuldade em ficar sentado e fala em demasia. 
  3. impulsivo: interrompe ou intromete, impaciente não consegue aguardar sua vez em determinadas situações na sala.
   É mais comum em meninos, e quando as crianças sofrem com esse transtorno são rejeitados pelos amigos e ficam isolados, possuem grandes dificuldades de relacionar-se em grupos sociais.
  A escola acaba percebendo primeiro devido aos sintomas e ao comportamento desses alunos, mas o diagnóstico somente através do médico com uma avaliação minuciosa para que ocorra realmente, para que não confunda com mau comportamento. O tratamento se dá através de medicamentos, psicoterapia, e é importante o envolvimento familiar e da escola, assim essa criança sentirá mais acolhida.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sexualidade e prevenção de riscos

Aula 16 - Saúde na Escola
Professor: Li Li Min

    
       Esse vídeo foi escolhido para representar essa aula, pois trata-se de uma pesquisa realizada com adolescentes grávidas, elas relatam que conheciam alguns métodos anticoncepcionais entres eles a pílula e a camisinha, mas por acharem ruim ou esquecimento estão sendo submetidas a experiência da maternidade, que era para ser uma dádiva torna-se incerteza do seu futuro. Os pais dos bebês não assumem a gestação e esse momento é vivenciado somente pela futura mamãe.
        Os métodos de prevenção são mencionados na escola não somente contra uma gravidez indesejada, mas também como alerta as doenças sexualmente transmissíveis mais mesmo assim notamos o crescimento da prática sexual e das mães-meninas que irão "brincar" com uma boneca de verdade.
        O que falta? Conhecimento mais detalhado dos preventivos ou a consciência de um ato sexual sadio e com maturidade. Com os hormônios a todo vapor aflorando e despertando desejos como levá-los a esse despertar saudável e normal, mas que pode transformar numa experiência amarga e cheia de arrependimentos. Um novo desafio para escola e professores como aprimorar as aulas de "ciências" quando a temática é reprodução humana.

Sexualidade na Escola

Aula 15 - Saúde na Escola
Professor: Li Li Min

    O processo do desenvolvimento sexual, divide-se em diferentes zonas corporais proporcionam gratificações de prazer nas seguintes etapas:

  • Primeiros anos: fase oral
  • 18 meses a 4 anos: fase anal
  • 6 anos até a puberdade: fase de latência
  • a partir da adolescência: fase genital adulta.
    A necessidade de conhecer o outro e a si mesmo, passa-se por uma experiência individual que é dada pelo namoro ou "ficar" com alguém, onde proporciona troca de carícias, intimidades, descobertas e sensações sobre o corpo e si mesmo. Beijos, abraços, pode chegar eventualmente à relação sexual. Os limites nesse caso é determinado pelo casal. Pode apresentar algumas dificuldades como os tabus, preconceitos, pudor que fazem parte do indivíduo ou transmitidos pela família. A virgindade é vista por diferentes ângulos dependendo do sexo. O masculino tem a concepção que mais cedo é melhor e com frequência na manutenção do ato sexual; por outro lado as meninas sendo estimuladas pela sociedade que mais tarde é melhor.
   A relação sexual pode acontecer por permissão do casal como vimos acima, e também forçada por algum membro ou familiar da criança ou adolescente. Sendo mais comum esses casos com meninas iniciando quando são menores.


O maior índice de gestação precoce, está na Região Nordeste com um percentual de 27 a 28% de adolescentes grávidas.







      A sexualidade na escola deve trabalhar essa temática abordando todos os lados, não somente a gravidez precoce e indesejada, mas também a preservação do corpo, abusos sexuais de maneira mais abrangente abordado os riscos e consequências de quem pratica o ato e de que sobre uma relação imaturamente. 

domingo, 27 de novembro de 2011

A escola e as relações com a comunidade - vídeo aula 01

   Nessa aula, o professor Ulisses Araújo, coloca que a escola necessita ampliar os espaços educativos, incorporando os recursos da cidade e prioritariamente de seu entrono no desenvolvimento de projetos que contemplem a comunidade como espaço de aprendizagem. E todas essas ações, no entanto, devem considerar a escola e seu currículo, como centro das ações.
     Ele apresenta três caminhos para esse acontecimento:
  1. Para fora.
  2. Para dentro.
  3. O protagonismo da escola.
   Para entender melhor os itens acima, exemplificarei uma situação voltada para o problemas da comunidade onde minha escola está inserida.

As drogas é um problema preocupante, após o fim de semana é comum encontrar resíduos da mesma ao redor da escola. Esse seria uma situação de problema, e a proposta é o aluno sair em busca de informações e levá-las para dentro da escola e a mesma interagir de forma significativa baseando-se nos dados apresentados.

Envolvendo a escola, família e a comunidade para o compartilhamento desse problema através de palestras e/ou outros recursos criados pelos alunos e professor.

Distúrbios alimentares: anorexia, bulimia, obesidade - vídeo aula 08

     Segundo a professora Paula Fernandes, o distúrbios alimentares são ocasionados por diversos fatores como, psicológicos, biológicos, familiares e socioculturais.
     Os distúrbios mais comuns e que causam medo em familiares e pessoas próximas as crianças que tem esses transtornos devido os perigos graves que causam, sendo um deles o óbito, são eles:
  • Bulimia:  distúrbios alimentar que se caracteriza pela vontade de comer e, logo em seguida, provocar o vômito ou tomar laxante exageradamente para eliminar os alimentos ingeridos.
  • Anorexia: doença de fundo psicológico, a pessoa não se alimenta. Em geral, acomete mulheres adolescentes.
  • Obesidade: uma doença crônica, resultante de armazenamento excessivo de gordura. Com predisposição genética.
     A mídia acaba proporcionando os transtornos alimentares, já que exibem pessoas magras em desfiles, revistas, propagandas, entre outros meios que mostram esse padrão de beleza. Observe as imagens:



     As revistas relacionadas com o corpo, com a saúde exibem mulheres magras e corpos perfeitos. É claro que a obesidade acarreta vários problemas que comprometem a saúde e o funcionamento eficaz dos órgãos, mas a preocupação com a estética é mais evidente e ressaltado como prioridade.
    Devido a esse padrão de beleza, as pessoas, principalmente mulheres, vivem preocupadas com dietas milagrosas, que no futuro desencadeiam problemas de saúde podendo levá-las até ao óbito, se não tratadas e percebidas a tempo.
    Como educadores devemos nos atentar a mudanças de comportamentos principalmente no mais gordinho, para que essa criança não venha ser vítimas dos transtornos alimentares.

Reflexão: " Apetite não é só de comida, é de viver também. Pelo menos, tenho muito disso". (Fabrício D. Viana).

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Crescimento e desenvolvimento ponderal e hábitos alimentares - vídeo aula 07

  Nessa aula a profª drª Leila Li, apresenta três fases do crescimento infantil, que é variável.

  • primeira infância: entre 1 e 3 anos
  • segunda infância: entre 4 e 8 anos
  • puberdade: entre 9 a 17 anos
 O maior crescimento é na primeira infância, o que exige uma alimentação equilibrada e saudável que venha a  favorecer o desenvolvimento infantil.


A pirâmide alimentar vem como um auxílio importante, sugere os alimentos adequados dentro de suas proporções corretas, onde se obtem uma alimentação correta em qualidade e quantidade.










 A importância do acompanhamento do crescimento da alimentação e crescimento infantil tem como objetivo:
  • Comparar a sua altura com a da população em geral.
  • Identificar crianças com riscos para doenças genéticas, hormonais ou sobrepeso.
  • Identificar precocemente mudanças de canal de crescimento ou peso.
 Atividades físicas, sono e uma boa nutrição, servem de "combustível" para o crescimento infantil, uma criança que sofreu restrições alimentares, quando for adulta poderá refletir na sua altura.
 A escola pode como um agente condutor provocar nas crianças a adquirirem hábitos saudáveis mencionados acima. Hoje é comum observar e escutar relatos de crianças que dormem mais tarde, não respeitando um período de sono necessário para nutrir o organismo, e automaticamente há percas não somente na altura, mas no humor e disposição.